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Roteiro de 2 dias por Zermatt

Enquanto montávamos nosso roteiro pela Suiça, ficamos em dúvida sobre qual cidade de “Alpes” gostaríamos de conhecer: Interlaken, base para explorar algumas cidadezinhas de lago como Thun e para a atraçao “Top of Europe” na montanha Jugenfraujoch ou Zermatt com seu charme tipicamente suíço e sua montanha mais famosa, o Matterhorn.

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Decidimos por Zermatt, porque afinal, queríamos algo que tivesse tudo que se espera da Suiça: chalés, fondue e Alpes nevados!

E Zermatt tem tudo isso e mais um pouco. É um dos mais conhecidos (e cobiçados) centros de esqui da Suiça, mas não vive só disso. O legal de Zermatt, é que além do esqui tem muitas atraçoes de “Verao” como uma cidade fofíssima cheia de lojinhas e restaurantes, várias possibilidades de trilhas e o Observatório 360º de Gornegrat.

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Zermatt, ficou conhecida pelo Matterhorn, uma das montanhas suíças mais famosas da Suíça e um dos picos mais cobiçados pelos Alpinistas do mundo todo. É aquela montanha da embalagem do Toblerone e dos lápis de cor Caran d’Ache, sabe?

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A viagem de trem entre Lucerna e Zermatt é um espectáculo a parte e um dos pontos altos da viagem. O primeiro trecho vai até o lago Thurnersee na cidade de Thun com uma paisagem de campos, vaquinhas, montnhas e casinhas de cair o queixo.

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Trocamos de trem em Visp, onde o mudamos para um dos trens panorâmicos mais cobiçados da Suiça, o Glacier Express que vai até Sant Moritz, com uma parada antes em Zermatt. Veja aqui como comprar as passagens para os trens Suiços.

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Aí é que a paisagem fica mais bonita ainda com os Alpes de plano de fundo através dos imensos janelões panorâmicos do trem. Já dá para avistar o Matterhorn!

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Chegando em Zermatt, demos a sorte de pegar um clima super quente e céu azul e limpo. O tempo nessa regiao da Suiça é super instável, pode virar de uma hora para a outra, entao aproveite esse dia para acordar cedo e ver o sol refletido no Matternhorn e subir ao Observatório 360º de Gornegrat.

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A estação de trens fica na rua principal da cidade onde estão a maior parte dos hotéis e restaurantes. Zermatt é uma cidade peatonal, não dá pra entrar com carro, somente circulam pequenos carrinhos eléctricos por lá ou carruagens que são na maioria dos próprios hotéis que buscam/ levam os hóspedes da estação de trens.

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Nós ficamos hospedados no ótimo Hotel Tannenhof, (faça sua reserva pelo booking.com aqui) no final dessa mesma Avenida, com uma vista exclusiva do Matterhorn da própria varanda do hotel.

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Ou seja, ótimo tanto para madrugar e vê-lo “aceso” pelo sol como para avistá-lo sem multidoes a qualquer horário do dia.

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Quarto espaçoso com varanda e excelente café da manha com Birchermüsli ou “overnight oats” típico da Suiça.

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Nosso hotel ficava ao lado da praça principal da cidade e foi por lá que começamos nosso roteiro. Em uma das pontas da praça fica o Matterhorn museum que conta toda a história da cidade e explica o trágico acidente que causou a morte de vários alpinistas em 1865 que escalavam o Matterhorn. Aliás isso foi o que levou Matterhorn a ser conhecida mundialmente e a ser uma das montanhas mais cobiçadas pelos alpinistas do mundo.

Ao longo da praça há varias plaquinhas chumbadas no chão com os nomes dos alpinistas que sobreviveram à tragédia.

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Atrás da praça está o cemitério onde estão enterrados mais de 500 alpinistas que não sobreviveram à escalada do Matternhorn.

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Na praça também está a Igreja de Saint Maurice de 1915 e uma pintura nada ortodoixa da Arca de Noé, feita pelo pintor Italiano Paolo Parente.

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Atrás da igreja há um parque com espreguiçadeiras onde os turistas aproveitam o sol do fim da tarde.

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A continuação tem um barzinho bem legal para tomar uma cerveja, o Papperla Pub que fica lotado, principalmente se for dia de jogo.

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Em frente ao museu fica a Fonte das Marmotas e o Alphorn de Bronze, um instrumento típico suíço que parece uma tromba. Daí, do alto da escadaria de Gemeindehaus dá para tirar óptimas fotos do Matternhorn.

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Na outra ponta da praça começa a rua principal com suas lojinhas, café e restaurantes.

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Em uma de suas travessas, na Hinterdorfstrasse, estão vários chalés de madeira originais, antes de Zermatt se tornar um centro de esqui. Os chalés eram construídos sobre toras de madeira para ficarem em um plano mais elevados e protegidos de animais.

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À noite seguindo recomendação de amigos, jantamos no Pollux, na rua principal. Ficamos na varanda apreciando o anoitecer e o vai e vem da cidade. Comida e preços excelentes. Recomendo!

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Raclete de Emmental

Raclete de Emmental

No dia seguinte fizemos o passeio ao Gornergrat, a montanha que abriga em seu topo o Observatório 360º dos Alpes Suiços! Veja aqui como foi.

Selene Soares
Selene Soares

Suiça: Dicas práticas: transporte, hospedagem e alimentação
EM: 24 DE abril DE 2017

– Transporte:

Tanto os aeroportos como as estações de trem são super bem conectadas por ônibus que te levam a quase todas as partes da cidade. Escrevi um post completo sobre os trens aqui.

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– Hospedagem:

Em Luzerna nós ficamos hospedados no excelente Ibis Budget Luzern City, super bem localizado, a três quadras da estação de trens e do centro histórico. Ainda por cima, descobrimos que o ônibus número 4, que saia da estação de trens/ e da entrada para o centro histórico passava em frente ao nosso hotel!

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Já em Zermatt ficamos no maravilhoso/ sem palavras Tannenhof, em pleno centrinho de Zermatt (em uma ruazinha da avenida principal) e com vistas exclusivas da varanda para o Matternhorn! Café da manha excelente, atendimento e dicas de primeira e quarto super confortável.

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– Alimentação

Além da tradição dos chocolates, leia aqui onde quais as melhores loja para comprar, a Suiça tem uma forte tradição em queijos.

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Existem várias queijarias espalhadas pelas cidades, fomos na Chäs Barmettler em Lucerna onde havia uma variedade enorme de queijos tanto os mais “internacionais” como o Gruyère, o mais tradicional do país, e algumas variedades locais, que acho que só existem na Suiça. Além disso, cada variedade tem sua versão curada ou semi curada, mais ácida, mais picante, mais suave e poa aí vai. Dá pra fazer a festa.

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Também nos mercados locais a variedade é imensa. Achei até o queijo Manchego, que é típico espanhol e que em Barcelona não achava em lugar nenhum! Tem até a maquininha para derreter  o queijo e fazer raclete em casa.

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Raclete, é servida como uma entrada, com picles pequenos bem suaves e uma porção generosa de queijo Gruyère derretido por cima.

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Um dos pratos mais típicos com queijo é o Fondue, que é uma delícia com nada mais nada menos que queijo Gruyère e vinho branco, suave e deliciosos.

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Outro prato para provar é a batata rosti, que nada mais é do que batata ralada e frita, com muito queijo, ovo frito e bacon. É muito bom!

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– Souvernir

Entre os mais tradicionais, além do chocolate estao os relógios de bolso e cuco e os canivetes.

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Selene Soares
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