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Santiago: o que e onde comer na cidade
EM: 02 DE maio DE 2013

O Chile é um país extenso e por isso apresenta vários micro climas que influenciam na agricultura e nos diferentes sabores: ao norte, nas terras áridas o destaque fica para a quinua e a carne de lhama.

Chile

Mais ao centro e ao sul os peixes e frutos do mar são o destaque com suas formas e sabores desconhecidos para nós brasileiros acostumados com as águas mais quentes do Oceano Atlântico.

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A bebida mais famosa é o Pisco Sour, uma mistura de pisco, limão, açúcar e clara de ovo em neve. Bem geladínha é deliciosa.

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Além do Pisco Sour, outra bebida típica e não alcóolica é o ‘Mate con Huesillos’ que é um chá mate gelado com pêssego seco e grãos de trigo cozido, que parecem milho. Parece estranho, mas é gostoso e é vendido nas barraquinhas no Cerro San Cristóbal..

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Há uma herança espanhola e sobretudo andina nos pratos mais típicos como o Pastel de Choclo, ou bolo de milho recheado com carne e as empanadas.

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Os peixes mais famosos são o Congrio e a Corvina. Dentre os mariscos destacam-se as machas e picorocos e o principal prato é o Chupe de Mariscos onde são cozindos em um molho de pão. Não deixe de experimentar o ceviche!

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Não há pão francês, o pão típico chileno se chama ayuya e é uma delícia, tipo um pão árabe. Vale provar, no seu café da manhã no hotel com certeza não vai faltar e tem em todas as padarias/ lanchonetes.

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Em Santiago, há muitas opções de restaurantes e abaixo estão as que fomos e recomendo:

Mercado Central

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O melhor lugar para comprae peixes, frutos do mar e experimentar uma comida bem típica é no Mercado Central onde há vários restaurantes muito bons.

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É mais ou menos como o nosso Mercado Municipal de SP, mas bem menor. Comemos no El Gastón e adoramos.

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Como Água para Chocolate

Esse restaurante é unamidade entre os melhores de Santiago e fica no famoso bairro da Bella Vista. Fica uma casinha toda colorida inspirada no filme de mesmo nome. O lugar é disputadíssimo e é preciso fazer reserva pelo site com antecedência.

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A decoração é bem criativa e acomida é deliciosa. A cozinha é auto intitulada ‘mágica-afrodisíaca’. Começamos com um pisco sour muito bem feito que combinou perfeitamente com entrada de tapas.

Para o prato principal fomos de Congrio com crosta de castanhas e molho de espinafre que estava de lamber os dedos.

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Para a sobremesa uma trilogia de chocolates belgas com calda de framboesas.

Empório La Rosa

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Para um lanche rápido e para um dos melhores sorvetes de Santiago o Empório Las Rosas é a pedida.

Os sorvetes são artesanais, cremosos e de sabores exóticos como pétala de rosa (meu preferido), choco-chili e pimenta negra.

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Há varios sucos-gourmet com um com laranja, manga e água de rosas que o Rogério me pede para reproduzir toda hora, empanadas e o melhor mil folhas!

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Le Fournil

O Le Fournil é um bristrô francês e café, localizado no nível superior do Patio Bellavista. O ambiente é agradável e a comida é muito boa. Chegou a ganhar prêmios de “melhor prato” em 2010 e 2011.

Bali Hai

Um restaurante que gostamos bastante também foi o Bali Hai onde jantamos na noite de Natal, bem animado acompanhado de um show de dança Rapa Nui.

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Astrid & Gastón

Outro bom restaurante da cidade é o famosos peruano Astrid y Gastón, mas na minha opinião a graça é experimentá-lo em Lima, mas já que está por lá mesmo, não custa tentar.

Selene Soares
Selene Soares

Santiago: 2º dia tarde – Degustação na Vinícula Cocha y Toro

Na tarde do segundo dia fomos conhecer a Vinícola Concha y Toro, a maior do Chile e uma das maiores produtoras de vinho do mundo com 12 marcas próprias de vinho, entre as mais famosas:Don Melchor, Casillero del Diablo e Marques de Casa Concha.

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A vinícola fica a cerca de 1h de Santiago na rua Virginia Subercaseaux 210, nomunicípio de Pirque.. Fomos de metrô, a forma mais fácil:basta pegar a linha azul até a estação Las Mercedez.

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Depois pegamosum táxi até a porta da vinícula que levou cerca de 10 minutos. Se quiser já combine com o taxista para que ele te pegue depois do tour que leva cerca de 1h30, pois não passam tatáxis no local.

Chegamos em cima da hora e como já havia feito reserva com antecedência conseguimos alcançar o grupo que já estava começando a assitir o vídeo sobre a vinícula. Aliás fazer reserva da visita no site oficial da vinícola é essencial para garantir uma vaga, pois os passeios são muito concorridos e se esgotam logo.

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Nosso tour durou cerca 1h30 e contou com duas degustações de vinhos. Todas as explicações são dadas em espanhol.

A visita começa com vídeo que conta a história da vinícula e em seguida a guia dá as primeiras explicações e curiosidades sobre a Concha y Toro.

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Em seguida fomos até a Casa da Família Don Melchor, um enorme casarão em estilo colonial onde a família morava na época da fundação da vinícula em 1883.

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Os jardins são muito bem elaborados e em estilo inglês. Foram encomendados pela família a um arquiteto Inglês. Há um grande lago e vários animais como patos e ovelhas.

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Visitamos então os vinhedos onde conhecemos um pouco mais sobre o solo, o clima e como eles influenciam as uvas e por consequência o sabor dos vinhos.

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Somos então encaminhados à sede onde acontecem as degustações. O primeiro vinho era um branco da marca Marques de Casa Concha. Recebemos uma taça para prová-lo que fica de lembrança do lugar.

O pessoal começou a pedir para degustar um Don Melchor, o vinho mais top da vinícula e a guia atendeu aos pedidos.

Seguimos para asadegas, localizadas em grandes galpões climatizados onde são armazenados os barris de carvalho para a fermentação do vinho.

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Uma dessas adegas é subterrânea e chamada de Casillero del Diablo, o mesmo nome de um dos vinhos mais conhecidos da vinícola.

A adega e o vinho possuem este nome por causa de uma lenda que por muito tempo assustou os moradores da região e que foi criada pelo próprio Dom Melchior. Ele armazenava nessa adega os vinhos de melhor qualidade da vinícula e percebeu que alguém os estava roubando.

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Inventou então uma história de que havia um diabo no local o que deixou o pessoal que morava no local muito assustado. Desde então ninguém mais teve coragem de entrarna adega e as garrafas pararam de sumir. Diz a lenda que ele próprio de fantasiava de diabo para assustar os moradores.

No final entramos em uma sala, onde um sommelier nos ofereceu, desta vez,um vinho tinto da marca Marques de Casa Concha.

A visita terminou no Wine bar onde pudemos continuar a degustação etambém comprar alguns exemplares..

Para a volta pegamos um táxi na porta da vinícula até a estação de metrô e fizemos o caminho inverso.

Vinícula Concha y Toro

Avda. Virginia Subercaseaux 210, Pirque, Santiago

Selene Soares
Selene Soares