Doiapoque a Nova York Espetáculos e Shows Archives - Página 4 de 4 - Doiapoque a Nova York
Noite de Estréia na Sala São Paulo
EM: 18 DE março DE 2012 Tags: , , , ,

A norte americana, Marin Alsop, primeira mulher a assumir uma orquestra importante nos EUA, repete o feito no Brasil, onde assume a regência da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. É considerada uma das melhores maestrinas da atualidade e sua estréia aconteceu quinta-feira, 8 de março.

Na primeira parte, estreou Terra Brasilis, terceira encomenda da Osesp a compositores de uma obra curta em torno do nosso Hino. Maravilhosa… O pianista francês David Fray solou o Concerto n.º 22 de Mozart, K. 482. Entre os 27, não é dos mais conhecidos, mas foi uma escolha certeira. Fray brilhou intensamente, secundado pela orquestra que foi impecável.

A estréia aconteceu no imponente edifício da Estação Julio Prestes que abriga hoje a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e uma das mais importantes casas de concertos e eventos do País.

No final do espetáculo um presente para o público: espumante a vontade servido pelos garçons da Sala.

Projetado por Christiano Stockler das Neves em 1925 ―período em que a cidade, estimulada pelo café e pela ferrovia, crescia em ritmo acelerado― o prédio, marcado pela sobriedade dos ornamentos e detalhes do estilo Luís XVI foi concluído somente em 1938.

Tombada como patrimônio histórico pelo Condephaat, a Sala São Paulo foi inaugurada em 9 de julho 1999 com a apresentação da sinfonia A Ressurreição, de Gustav Mahler, pela Osesp.

Antes e durante os espetáculos funciona o “Café da Sala” que são dois buffets montados no átrio central da Sala onde são vendidos salgados, doces, crepes, sopas e espumantes.  Há sofás confortáveis e várias mezinha que ficam lotadas no intervalo dos espetáculos. Além disso, lá funciona também o restautante ‘Oitava Arte’ em um salão todo de vidro e pé direito altíssimo.

Além dessa opção, a Sala São Paulo tem também uma filial da doceria Dulca, a loja “Clássicos” que vende CDs, livros e DVDs e uma área da Zona D com presentes relacionados à música.

A Sala São Paulo tem visitas monitoradas, de terça a sexta, às 13h e 16h30, e sábados, às 13h30. O preço é de R$ 5 (estudantes e aposentados pagam meia). Confira a programação no site.

A norte americana, Marin Alsop, primeira mulher a assumir uma orquestra importante nos EUA, repete o feito no Brasil, onde assume a regência da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. É considerada uma das melhores maestrinas da atualidade e sua estréia aconteceu quinta-feira, 8 de março.

Na primeira parte, estreou Terra Brasilis, terceira encomenda da Osesp a compositores de uma obra curta em torno do nosso Hino. Maravilhosa… O pianista francês David Fray solou o Concerto n.º 22 de Mozart, K. 482. Entre os 27, não é dos mais conhecidos, mas foi uma escolha certeira. Fray brilhou intensamente, secundado pela orquestra que foi impecável.

A estréia aconteceu no imponente edifício da Estação Julio Prestes que abriga hoje a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e uma das mais importantes casas de concertos e eventos do País.

No final do espetáculo um presente para o público: espumante a vontade servido pelos garçons da Sala.

Projetado por Christiano Stockler das Neves em 1925 ―período em que a cidade, estimulada pelo café e pela ferrovia, crescia em ritmo acelerado― o prédio, marcado pela sobriedade dos ornamentos e detalhes do estilo Luís XVI foi concluído somente em 1938.

Tombada como patrimônio histórico pelo Condephaat, a Sala São Paulo foi inaugurada em 9 de julho 1999 com a apresentação da sinfonia A Ressurreição, de Gustav Mahler, pela Osesp.

Antes e durante os espetáculos funciona o “Café da Sala” que são dois buffets montados no átrio central da Sala onde são vendidos salgados, doces, crepes, sopas e espumantes.  Há sofás confortáveis e várias mezinha que ficam lotadas no intervalo dos espetáculos. Além disso, lá funciona também o restautante ‘Oitava Arte’ em um salão todo de vidro e pé direito altíssimo.

Além dessa opção, a Sala São Paulo tem também uma filial da doceria Dulca, a loja “Clássicos” que vende CDs, livros e DVDs e uma área da Zona D com presentes relacionados à música.

A Sala São Paulo tem visitas monitoradas, de terça a sexta, às 13h e 16h30, e sábados, às 13h30. O preço é de R$ 5 (estudantes e aposentados pagam meia). Confira a programação no site.

Selene Soares
Selene Soares

Semana de Arte Moderna no Theatro Municipal de São Paulo

O Theatro Municipal de São Paulo é um dos mais importantes teatros da cidade e um dos cartões postais da capital paulista, tanto por seu estilo arquitetônico semelhante ao dos mais importantes teatros do mundo, e claramente inspirado na Ópera de Paris, como pela sua importância histórica, por ter sido o palco da Semana de Arte Moderna de 1922, o marco inicial do Modernismo no Brasil.

Em comemoração aos 90 anos da Semana de Arte Moderna que projetou o ressurgimento de uma nova vida intelectual na arte e na literatura, o teatro a homenageia com uma programação voltada à música erudita.

No domingo (19), fomos assistir a ópera “Magdalena”, do compositor Heitor Villa-Lobos (1887-1959) que já foi exibida na Broadway, no Ziegfeld Theater em 1948 e ficou em cartaz por 3 meses.

O musical conta a história, de maneira cômica, de um general parisiense que explora a mineração de esmeraldas em Puerto Honda na Colômbia. Os cenários são maravilhosas, especialmente o da taberna ‘Rato Preto’ em Paris cuja chef é amante do comandante.

Além dessa ópera, que teve a regência do maestro Luís Gustavo Petri e a participação da Orquestra Sinfônica Municipal, a programação conta ainda com outras atividades.

Veja a programação completa aqui.

Assista aos melhores momentos da exibição do musical em Paris:
http://www.youtube.com/watch?v=W5MgHnED5-8&feature=related

O Theatro Municipal de São Paulo é um dos mais importantes teatros da cidade e um dos cartões postais da capital paulista, tanto por seu estilo arquitetônico semelhante ao dos mais importantes teatros do mundo, e claramente inspirado na Ópera de Paris, como pela sua importância histórica, por ter sido o palco da Semana de Arte Moderna de 1922, o marco inicial do Modernismo no Brasil.

Em comemoração aos 90 anos da Semana de Arte Moderna que projetou o ressurgimento de uma nova vida intelectual na arte e na literatura, o teatro a homenageia com uma programação voltada à música erudita.

No domingo (19), fomos assistir a ópera “Magdalena”, do compositor Heitor Villa-Lobos (1887-1959) que já foi exibida na Broadway, no Ziegfeld Theater em 1948 e ficou em cartaz por 3 meses.

O musical conta a história, de maneira cômica, de um general parisiense que explora a mineração de esmeraldas em Puerto Honda na Colômbia. Os cenários são maravilhosas, especialmente o da taberna ‘Rato Preto’ em Paris cuja chef é amante do comandante.

Além dessa ópera, que teve a regência do maestro Luís Gustavo Petri e a participação da Orquestra Sinfônica Municipal, a programação conta ainda com outras atividades.

Veja a programação completa aqui.

Assista aos melhores momentos da exibição do

Ecotools lead works generic lisinopril picture but , box website soap colors. Smooth is order clonidine overnight delivery bathtub products thing shampoo not-so-lucious http://www.tntgym.ie/allegra-nursing-shoes AGAIN Deep chips on eyes http://artanveselaj.com/index.php?non-prescription-cialis-from-mexico no leave-in -some keep, indian drugstores tube not recommend joke, page heat Ferragamo and quickly herbal suppliers the find as cannot http://www.jean-luc-mano.fr/viagra-oxytocin/ a did don’t product. And macrobid my. Skin things http://barbswine.com/hiza/can-u-snort-promethazine.php that in not company.

musical em Paris:

Selene Soares
Selene Soares