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Casa Garabed – a melhor esfiha de São Paulo

Eu sempre ouvia falar que a melhor esfiha de São Paulo ficava em Santana, em um lugar super simples, mas delicioso. Procura, que procura, já tínhamos tentado ir uma vez, mas como o lugar não tem placa, não achamos e desistimos.

Até que um dia, sem querer li um artigo sobre a melhor esfiha da Zona Norte – a Casa Garabed – e fomos experimentar. Quando chegamos era a tal que não achávamos no famoso portão cinza sem placa.

A esfiharia fica em uma casa, sem placas e de uma limpeza e organização impecáveis. Ela é comandada por um casa de armênios que supervisionam cada detalhe do lugar e da comida e ainda matêm o forno original da década de 40 de 25 metros quadrados que fica no fundo do salão e é abastecido com eucaliptos.

Casa Garabed

Realmente as esfihas são impecáveis (e grandes) já que todas as casas tem a tendência de ir diminuindo os tamanhos com o tempo. Elas são um pouco mais caras, mas os ingredientes são de altíssima qualidade e vale muito a pena.

Os carros chefes são a esfiha de cordeiro com pinoli – que é disparada a melhor que já comi – e a de carne moída e bastrmá (que é uma carne seca armênia). Mas não é só isso tem kibe com pinoli, esfiha de cordeiro com hortelã e vários pratos quentes típicos como Kebabs, babaganush, coalhada seca etc.

Casa Garabed

Há também uma enorme variedade de doces super bem feitos!

Casa Garabed

Rua José Margarido, 216, Santana

Selene Soares
Selene Soares

Sardenha: Um passeio pela cidade antiga de Alghero
EM: 07 DE agosto DE 2017 Tags: , ,

Nossos dia na Sardenha foram puro dolce far niente. Chegamos com milhares de planos, com mil praias em mente para visitar, mas no final menos foi mais: fomos às principais praias, tiramos uns dia para não fazer nada e comemos muitíssimo bem.

Sardenha

No nosso primeiro dia, embarcamos de Barcelona a Alghero logo pela manha. Alghero fica na costa noroeste da Sardenha é uma cidadezinha tipicamente italiana, com herança catala. É a capital turística da ilha e isso se percebe ao adentrar seu centro histórico tomado pelo vai e vem dos turistas, principalmente no atardecer, quado todos já voltaram da praia e estao ávidos por muita comida italiana.

Sardenha

O aeroporto é pequeno e super bem sinalizado. Do lado esquerdo do portão de desembarque tem uma farmácia com produtos e preços óptimos e como não havia levado filtro solar, pois viajamos low cost, aproveitei uma promoção da marca italiana Rougj+ Solare e qual não foi a minha surpresa: um dos melhores filtros que já usei e por somente 8€! Além da linha completa da mesam marca de hidratantes e aceleradores de bronzeamento. Recomendo.

Pegamos um táxi para o nosso apartamento na cidade velha que fica a cerca de 8 km do aeroporto. Deixamos nossas coisa e partimos para conhecer a cidade. Como já estava na hora do almoço, paramos na excelente Ostería Barcelonetta na própria Via Gioberti para uma ¨pasta allo scoglio¨e muito vinho italiano.

Sardenha

Seu centro antigo é charmisíssimo e amuralhado (da segunda metade do século XII e com funçao de proteger a cidade dos ataques via mar), com ruas de pedras e edifícios em estilo gótico.

Sardenha

Viramos à esquerda (a partir da Via Gioberti) na via Carlo Alberto e chegamos à Igreja San Michele de 1364 dedicada à Sao Miguel o padroeiro da cidade.

Sardenha

Depois fomos em direçao ao mar até chegar ao Bastioni Sulli e a Torri di Sulli, que era uma torre de defesa da muralha, construída em homenagem à Cristóvao Colombo ( e que hoje abriga exposiçoes de arte). Voltamos várias vezes ali para assistir ao fantástico por do sol.

Sardenha

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Seguindo pela orla do século XIII para apreciar a grande muralha fortificada e suss sete torres de defesa, de estilo catalano-aragonés, que rodeiam seu casco antigo. Na outra ponta da orla está Torri di San Giacomo, que forma par com o Sulis, lugar de muitos restaurantes de frutos do mar e com um por do sol tao bonito quanto.

Sardenha

Seguindo pelo Bastioni Marco Polo (onde há muitos restaurantes, bancos e lindas vistas, passamos pela Igreja Santa Maria, exemplo da arqitetura gótica-catala. Isso poeque no século XII os genoveses governavan a cidade e construíram diversos edificios para defendê-la. Mais tarde, quando os catalaos se expandiron pelo mar, Pere III conquistou Alguero para a Coroa de Aragón. Os catalaos permaneceram aí entao por quatro séculos e eram seu toque à cidade.

Sardenha

Continuamos nos perdendo pelas ruazinhas e chegamos à Piazza Civica com várias lojinhas e restaurantes e uma saída para o Porto.

Sardenha

 

Sardenha

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A partir daí já se tem acesso à “cidade nova”. As prinicpais ruas sao a via Catalogna, de onde sai o Beach Bus e os ônibus regulares para às praias e cidades próximas, como Bosa e Pelosa; a via Cagliari de onde sai/ chega o ônibus para o aeroporto (9373) e tem o mercadinho Euro Spin em uma de suas travessas (Via Alberto La Mamora com o Giardino Giuseppe Mano), ótimos pra comprar massas, vinhos e queijo pra levar para casa ou para preparar se você está em um apartamento com cozinha. A via Sassari também é interessante , onde há várias lojinhas e cafeterias.  A via XX Settembre, é uma travessa da Sassari e onde fica o interessantíssimo Museo del Corallo.

No final do dia, voltamos à Via Sassaria, onde fica a Torre Porta que era a entrada da cidade amuralhada e subimos até a terraça para curtir o pôr do sol e a vista aérea da cidade. A entrada é grátis.

Sardenha

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À noite jantamos no melhor restarurante da cidade, o Ristorante Gioberti (somente com reserva), na Via Gioberti, em plena cidade antiga.

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Selene Soares
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