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Jardim Botânico e outras atraçoes em Curitiba

Curitiba é uma cidade limpa e organizada e uma visita à essa cidade é obrigatória para todo brasileiro! Uma ótima opção para montar um roteiro Curitiba para quem tem pouco tempo é a linha de ônibus de turismo que passa pelos principais pontos turísticos da cidade. Nós usamos e gostamos bastante, mas tem que fica atento, pois apesar de vários pontos, só é permitido descer em 4 deles!

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O roteiro começa na Praça Tiradentes, mas é possível iniciar em qualquer um dos 24 pontos, onde também são vendidos os tickets. É so chegar no ponto do ônibus (devidamente identificado) e comprar o ticket com algum dos vendedores oficiais.

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A linha passa nos pontos a cada 30 minutos e pode-se consultar o itinerário aqui. O ticket dá direito a um embarque e mais quatro reembarques.

O ônibus tem sistema de som com informações gravadas sobre os locais visistados em três idiomas – português, inglês e espanhol.

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Nós começamos nosso tour pelo Jardim Botânico. Lá compramos o ticket do ônibus e seguimos para os demais locais.

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As próximas paradas que fizemos foi no Museu Oscar Niemeyer, Ópera de Arame, Santa Felicidade e Desembarcamos no Setor Histórico em plena feirinha do Lago da Ordem. É importante estar com o itinerário em mãos para saber a que horas o próximo ônibus vai passar.

O Jardim Botânico de Curitiba é o símbolo da cidade e foi criado em 1991 inspirado nas formas geométricas dos jardins franceses.

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A estufa de metal abriga plantas típicas da Floresta Amazônica. A sua estrutura de metal e vidro foi inspirada no Palácio de Cristal que existiu em Londres no século XIX.

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Nos jardins franceses há ainda várias trilhas, bosques e um centro de exposições com obras do artista Frans Krajcberg.

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Um dos meus lugares favoritos depois do Palácio de Cristal, é o Jardim das Sensações.

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Ele é um jardim construído para estimular os sentidos. A maioria das plantas são temperos e flores e há a possibilidade de fazer o percurso com uma venda nos olhos para experimentar diferentes sensações ao longo do trajeto.

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Rua Eng°. Ostoja Roguski – bairro Jardim Botânico. Tel: 3264-6994.

Visitas: diariamente, das 6 h às 21 h (no verão) e das 7 h às 20 h (no inverno).

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O museu fica no centro de Curitiba e é formado por dois prédios. O primeiro, bem tradicional foi inaugurado por Oscar Niemeyer em 1967.  O outro, mais famoso e moderno em 2002.

Ficou conhecido como Museu do Olho, mas a inspiração foi a da árvore-símbolo do Paraná, o pinheiro-do-paraná.

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A grande maioria das exposições são de artes visuais, arquitetura e design.

R. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba

  • Ópera de Arame

É outro símbolo da cidade e fica dentro do Parque das Pedreiras.

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Trata-se de uma lugar para shows com capacidade para 2400 pessoas com arquitetura tubular/ transparente que lembra arame.

Outro ponto positivo é o local onde ela fica, é uma antiga pedreira, hoje com lagos e mata atlântica nativa. Dentro do parque fica também o Espaço Cultural Paulo Leminski, mas nao entramos.

Rua João Gava, bairro do Pilarzinho.

Visitas: terça a domingo, das 8h às 21h.

  • Bairro Santa Felicidade em Curitiba

Santa Felicidade é um bairro tradicional italiano, como a Móoca em São Paulo. Os turistas adoram o lugar e lá há de 30 restaurantes italianos, cantinas, vinículas, lojas de artesanato e móveis de junco.

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O restaurante mais famoso do bairro é o Madalosso, que é o maior da América Latina. O cardápio é o típico rodízio de galeto do sul, com polenta, massa, brodo, sagu etc. Nos domingos à noite há show de dança/ música italiana. Em frente fica o Velho Madalosso, que uma amiga minha curitibana me disse ser menor e mais intimista.

Uma boa pedida é calcular para descer nesse ponto próximo da hora do almoço, aliás só recomendo descer aí para comer.  Pelo que vi nao tem muita coisa para fazer por aí além disso. Outra dica da minha amiga foi a Vinícola Durigan. Os turistas atacam os estoques e saem carregados de garrafas. No aeroporto é o que mais de vê, mas nao conseguimos ir.

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Como não tínhamos muito tempo e na hora em que passamos os restaurantes ainda estavam fechados seguimos para o Largo da Ordem.

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Nesse largo, aos domingos, acontece a ‘Feira do Largo da Ordem’ (de artesanato, pinturas a óleo, etc) que é super famosa por lá.

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Acabamos alomoçando no Bar do Alemao (Schwarzwald), uma entidade entre os curitibanos. O bar é conhecido pela deliciosa comida alema e pelo famosísimo Submarino.

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O Submarino é um canecao de 1 litro de cerveja. Dentro dele mergulha-se um copinho boca baixo, com uma dose de Jagermeister. Jagermeister é um licor de ervas super amargo típico alemao. A medida que o licor vai saindo do copinho, ele vai se mesclando com a cerveja. Isso segundo o dono (e nós aprovamos) dá um sabor especial à cerveja.

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Selene Soares
Selene Soares

Jerusalém: Passo a Passo da Via Dolorosa e o Santo Sepúlcro

Começamos o dia refazendo a Via Crucis, ou a chamada Via Dolorosa, que é o caminho de sofrimento percorrido por Jesus desde sua condenação até a sua crucificação.

Via Dolorosa

Ele tem cerca de 600 metros ainda que não se saiba exatamente onde começou e terminou seu traçado original. As ruas do primeiro caminho correspondiam em parte à cidade romana de Aelia Capitolina sobre cujas ruínas se construiu o traçado atual. O caminho é uma via de fé traçada pelos franciscanos no século XIV.

Via Dolorosa e Santo Sepulcro

O caminho tem 14 estações e se inicia na Porta do Leão onde estão a Estação I, que é o Tribunal de Pilatos, onde Jesus foi condenado. A Estação II que é a Igreja da Condenação onde Jesus foi despido e recebeu a cruz e a coroa.

Via Dolorosa

A Estação III foi o momento da primeira queda de Jesus e a IV, representada por uma Igreja Ortodoxa Armênia. A Igreja das Dores de Maria, representa o momento em que Jesus encontrou a sua mãe.

Via Dolorosa

Via Dolorosa

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Um pouco mais a frente da Via Dolorosa, está a Estação nº V. Esse lugar foi onde um soldado romano pediu â Simão que ajudasse Jesus a levar a cruz monte acima até o Calvário. Na porta da capela, está a marca da mão de Jesus. Exatamente no lugar onde ele se apoiou durante o caminho.

Via Dolorosa

Via Dolorosa

Na Estação VI  foi onde uma mulher chamada Veronica limpou o rosto ensanguentado de Jesus.

Via Dolorosa

Via Dolorosa

 

Seguindo pela Via Dolorosa, a Estação VII representa o lugar em que Jesus teve sua segunda queda.

Via Dolorosa

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A Estação VIII é uma marca na parede do Monastério Grego Ortodoxo. Trata-se de onde Jesus consolou as mulheres do povo e pediu que elas rezassem por elas mesmas e não por ele.

Via Dolorosa

Na Estação IX está o Monastério Copto e é o lugar onde Jesus teve sua terceira queda.

Via Dolorosa

Via Dolorosa

  • O Santo Sepúlcro

Nesse momento chegamos à Igreja do Santo Sepulcro onde estão as Estações de X a XIV e que marca o fim da Via Dolorosa. Hoje a Igreja é bem menor do que era, pois foi reconstruída depois de destruída durante as invasões árabes. A original , data mais ou menos de 331 d.C., época em que Constantino declarou o cristianismo como religião oficial de Roma. Sua mãe entao, passou a viajar o mundo em busca de lugares sagrados na Terra Santa para que pudessem ser visitados pelos fiéis.

Via Dolorosa

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Portanto, a maioria dos lugares sagrados de Jerusalém foi encontrada ou construída por ordem da mãe de Constantino. Inclusive a construção da Igreja do Santo Sepulcro que marca o final da Via Dolorosa.

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O pátio de entrada da Igreja onde as vestes de Jesus foram retiradas representa a Estação X.

Em seguida, entramos na Igreja. Subimos por uma pequena escada localizada do lado direito justo depois da porta de entrada. No segundo andar da Igreja onde estão as estações de XI a XIV.

A Estação XI é o local onde Jesus foi pregado na cruz. É um lugar escuro e que tem no teto uma figura de Jesus representando exatamente o local em que ele foi pregado.

Via Dolorosa

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De aí já pegamos a fila para a Estação XII que é o local onde Jesus foi crucificado.

Via Dolorosa

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Um símbolo dourado debaixo do altar representa o local exato onde a cruz foi fincada.

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Dos lados direito e esquerdo do altar estão as representações dos dois ladroes que foram crucificados com ele.

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Exatamente debaixo desse altar (no andar inferior da Igreja) está uma parte da pedra de Gólgova onde Jesus foi Crucificado no Monte Calvário. Na verdade a Igreja foi construída em cima do Monte Calvário que foi parcialmente demolido para isso.

Via Dolorosa

Essa “gruta” você deve ver no final, depois de percorrer XIV estação.

Via Dolorosa

Passamos à Estação XIII que representa o momento que Jesus foi retirado da Cruz.

Via Dolorosa

Seguimos o caminho até o parapeito do andar. Antes de descer as escadas, vimos a pedra da unção onde passaram óleo no corpo de Jesus antes que ele fosse enterrado. É uma das melhores vistas.

Via Dolorosa

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Descemos as escadas e viramos à esquerda onde está a Estaçao XIV que é o túmulo de Jesus. Geralmente há muita fila para entrar, mas demos muita sorte porque como nesse dia estava chovendo. Entao havia pouca gente na Igreja e a fila estava pequena. A sensação é única e maravilhosa.

Via Dolorosa

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Selene Soares
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